Quem é o pai?

Em “racismo e sexismo na cultura brasileira”, Lélia Gonzales dá uma rasteira no mito da democracia racial ao colocar no divã uma adolescente neurótica com sintomas graves de racismo. Tal mocinha se chama Cultura Brasileira, a qual aqui carinhosamente apelidarei de Cu para buscar sintetizar, na medida do impossível, o genial artigo de Lélia em […]