Marília Calderón

Foto: Malu Freire

Marília Calderón é cantora e compositora. Em 2020 lança seu primeiro álbum solo autoral, A saudade é um vagão vazio, financiado coletivamente pela plataforma Benfeitoria. Lançou, com o compositor e pesquisador Walter Garcia, o álbum de canções Na cachola (2017) e, com a banda Teko Porã, a qual integrou por diversos anos, fazendo parte também do coletivo de bandas de rua Caravana, o EP Teko Porã (2016). Pós-graduanda em Canção Popular pela FASM, é Bacharel em Ciências Sociais pela USP, atriz formada pelo INDAC, e cursou Formação para Músicos Educadores no ESPAÇO MUSICAL. Professora particular de canto, violão e sanfona.

Criou e apresentou ao vivo a trilha sonora original de diversos espetáculos teatrais e trabalhou, nos últimos 10 anos, como atriz, musicista e/ou compositora, com as companhias Cia Articularte, Cia do Latão, Cia Rubra, Cia Os Mamulengos, Cia Cambaio, Trupe Pé de Histórias, Cia do Núcleo e Cia Pirata, entre outras.

Iniciou sua carreira/causa musical em 2011, participando do Projeto Outras Noites, em homenagem à Era dos Festivais, no qual representou Nara Leão e apresentou pela primeira vez canções de sua autoria. De lá para cá, tem estudado teatro e música não só em cursos regulares, como também em diversas oficinas livres com referências como Cristiane Paoli Quito, Cida Almeida, Eduardo Coutinho, Marco Gonçalves, Lu Lopes, Gabriel Levy, Joana Mariz, Miriam Maria, Chico Saraiva, Beth Amin, Toninho Ferragutti, Renata Sbrighi, entre outros.

Com seu trabalho autoral, tem participado de editais, festivais e ocupações, como o projeto Biblioteca Viva, pela prefeitura de São Paulo, o Primeiro Festival de Música Urbana, o TEDx São Paulo Educação, o Festival Artistas de Rua, a Ocupação Magdalena na Vila Itororó Canteiro Aberto, entre outros, apresentando-se em diversos espaços públicos da cidade. Com outros trabalhos, tem se apresentado ao longo dos anos em diversos Centros Culturais, ONGs, SESCs, CEUs e Escolas.

Estudante de psicanálise e política em coletivos autônomos e coordenadora do coletivo de "Canção, Psicanálise e Política" no Projeto Pluralidades.

Marília Calderón é poeta, compositora, cantora, instrumentista e atriz. Formada em Ciências Sociais pela USP e em Teatro pelo INDAC, cursou Formação para Músicos Educadores no ESPAÇO MUSICAL, é atualmente pós-graduanda em Canção Popular pela FASM, integrante da organização comunitária de estudos psicanalíticos ESPAÇO MUTABIS e professora de canto, violão e sanfona. Em 2020 lança seu primeiro álbum solo, A saudade é um vagão vazio, financiado por campanha de financiamento coletivo pela plataforma Benfeitoria.

Lançou, com o compositor e pesquisador da USP Walter Garcia, o álbum de canções Na cachola e, com a banda Teko Porã, a qual integrou por diversos anos e com a qual integrou o coletivo de bandas de rua Caravana, o EP Teko Porã. Criou e apresentou ao vivo a trilha sonora original de diversos espetáculos teatrais e trabalhou, nos últimos 10 anos, como atriz, musicista e compositora, com as companhias Cia Articularte, Cia do Latão, Cia Rubra, Cia Os Mamulengos, Cia Cambaio, Trupe Pé de Histórias e Cia Pirata, entre outras.

Iniciou sua carreira/causa musical em 2011, participando do Projeto Outras Noites, em homenagem à Era dos Festivais, no qual representou Nara Leão e apresentou pela primeira vez canções de sua autoria. De lá para cá, tem estudado teatro, música e canção não só em cursos regulares, como também em cursos livres com diversos mestres, como Cristiane Paoli Quito, Cida Almeida, Eduardo Coutinho, Marco Gonçalves, Lu Lopes, Gabriel Levy, Joana Mariz, Miriam Maria, Chico Saraiva, Beth Amin, Toninho Ferragutti, Renata Sbrighi, entre outros.

Com seu trabalho autoral, tem participado de editais, festivais e ocupações, como o projeto Biblioteca Viva, pela prefeitura de São Paulo, o Primeiro Festival de Música Urbana, o TEDx São Paulo cujo tema foi Educação, o Festival Artistas de Rua, a Ocupação Magdalena no Vila Itororó Canteiro Aberto, entre outros, apresentando-se em diversos espaços públicos da cidade. Com outros trabalhos, tem se apresentado ao longo dos anos em diversos Centros Culturais, ONGs, SESCs, CEUs e Escolas.

Analisada pela maravilhosa Maria Rita Kehl e em análise com o fantástico Christian Dunker, aos quais deve cada verso.